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	<title>Mega Bebes</title>
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		<title>Desenvolvimento da Displasia da Anca em Bebés</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 23:23:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dra. Lucia Serra - Fisioterapeuta Centro Kuantos Meses Care</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[anca]]></category>
		<category><![CDATA[bebes]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento]]></category>
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		<category><![CDATA[fisioterapia]]></category>
		<category><![CDATA[spica cast]]></category>

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		<description><![CDATA[ ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> A Displasia da Anca, ou Desenvolvimento da Displasia da Anca, (DDA), consiste num defeito da anca, em que esta se desloca espontaneamente, devido a alterações várias nas ligações das superfícies articulares, nomeadamente entre a cabeça do fémur e o acetábulo (estrutura óssea do quadril).</p>
<p>Sendo que estas alterações ocorrem devido há formação anormal dos elementos de sustentação (ligamentos, músculos) da articulação coxo-femural, o que consequentemente provoca o deslocamento da cabeça do fémur para uma posição mais ou menos afastada do acetábulo.</p>
<p>Existem alguns factores de risco que predispõem para o aparecimento desta condição, sendo estes os seguintes: &#8211; Género Feminino; &#8211; Primeiro filho, pois o útero apresenta um tónus maior e consequentemente, menor mobilidade fetal; &#8211; Factores genéticos (antecedentes familiares); &#8211; Bebés que nascem na posição pélvica, pois esta posição faz com que haja uma menor congruência articular; &#8211; Oligoamnios (diminuição do liquido amniótico), o que faz com que haja uma diminuição da mobilidade fetal; Perante estes factores, o diagnóstico precoce da DDA é de extrema importância, pois permite tanto uma optimização do seu tratamento, como também potencia a sua prevenção.</p>
<p>É portanto, necessário que os pais tenham conhecimento sobre alguns sinais que, caso estejam presentes, devem levá-los a procurar a ajuda de um médico, sendo estes: &#8211; diferenças no comprimento dos membros inferiores (um membro é mais curto que o outro); &#8211; presença de pregas cutâneas da coxa assimétricas; &#8211; um dos membros inferiores encontra-se em rotação externa (joelho aponta para fora); &#8211; aumento do espaço de abertura entre as pernas. Como prevenção desta condição é importante que a grávida tenha um bom acompanhamento pré-natal, de modo a determinar a posição do bebe in-útero.</p>
<p>Para evitar que a condição se instale podem utilizar-se fraldas duplas ou triplas, por forma a manter a abdução normal das ancas (abertura das ancas), é assim importante evitar a adução excessiva e prolongada, além desta estratégia o uso do pano ou do sling ao invés da utilização do ovo, trazem benefícios tanto para os pais como para a criança, na medida em que permite que os pais adoptem uma posição mais correcta da coluna vertebral e, para as crianças, pois permite manter a abertura normal das ancas, nomeadamente através da utilização do sling.</p>
<p> Relativamente ao diagnóstico da displasia da anca, este pode ser feito através de exames complementares de diagnóstico, como por exemplo: &#8211; Ecografia, para os bebés até aos seis meses; &#8211; Raio-X, para crianças com mais de seis meses de idade.</p>
<p>E através da avaliação física do bebe com as manobras de Barlow e Ortalini, a qual serve para avaliar a instabilidade da articulação da anca.</p>
<p>Em relação ao tratamento da DDA, este tem sempre como objectivo, colocar a anca na sua posição correcta. Contudo, o tratamento depende da idade da criança, pois quanto mais cedo se detecta a DDA, maiores serão as probabilidades de recuperação total. </p>
<p>Do nascimento aos seis meses: geralmente em recém &#8211; nascidos a displasia da anca é reduzida através de uma ortótese especifica, a Pavlik Harness. Sendo este último utilizado durante 24horas durante pelo menos seis semanas, e após este período durante 12horas por dia durante seis semanas.</p>
<p>Dos seis meses a um ano de idade: nestes casos utiliza-se a tracção e casting, sendo que este tem como objectivo estirar os tecidos moles à volta da anca e permitir que a cabeça do fémur retorne à sua posição correcta. A tracção é usada usualmente durante aproximadamente 10 a 14 dias.</p>
<p>A partir de um ano de idade: é necessário cirurgia ortopédica, após esta utiliza-se o Spica Cast (tala), após a redução, o qual é utilizado durante 3 a 6 meses. Sendo que a tala (spica cast) é mudada de tempo a tempo de modo a respeitar o crescimento da crianças. Após a utilização do spica cast poderá ser necessário realizar fisioterapia por forma a fortalecer os músculos que rodeiam a anca. É importante, que haja o tratamento da DDA, caso contrário a evolução da displasia da anca provocará dor e osteoartrite no início da vida adulta, o que pode causar diferenças no comprimento dos membros inferiores e consequentemente limitações funcionais da marcha.</p>
<p>Dra. Lúcia Serra Fisioterapeuta Centro Kuantos Meses Care</p>
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		<title>Dislexia</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 00:37:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daiane Rocha - Terapeuta da fala</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[dificuldades]]></category>
		<category><![CDATA[dislexia]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>

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		<description><![CDATA[A Leitura não é um processo natural ou instintivo, mas adquirido]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Leitura não é um processo natural ou instintivo, mas adquirido. Existe um grande numero de crianças, que passam sérias dificuldades nesta aquisição. Este problema frustrante e persistente em aprender a ler chama-se dislexia. <span id="more-6845"></span></p>
<p>Para as crianças disléxicas o processo de aprendizagem da leitura é um processo penoso. Muitas são as que compreendem um texto lido por outra pessoa, mas que não conseguem decifrar as mesmas palavras, quando são elas a lerem-no.</p>
<p>Até a dislexia ser diagnosticada, os professores perguntam-se, o que eles ou a criança podem estar a fazer de errado.</p>
<p>Os Pais também passam por sentimentos de culpa ou até de irritação.</p>
<p>A verdade, é que a dislexia, afecta muitos aspectos da vida de uma criança. Sendo hoje, já possível ser diagnosticada através de um exame complementar de diagnóstico – uma nova tecnologia de imagem cerebral. Permitindo diagnosticar rapidamente a origem do problema. A dislexia, está presente nas raízes dos sistemas cerebrais, que permitem ao homem entender e expressar-se pela linguagem. A ruptura num destes circuitos neurológicos fundamentais para a codificação da linguagem, dá origem a este problema na leitura, ou noutras funções importantes, tais como, capacidade em soletrar, memorizar palavras e articulá-las e de lembrar certos factos.</p>
<p>Eu, como técnica de reabilitação em distúrbios de leitura e escrita, não utilizo fórmulas nem técnicas especiais. Cada criança pertence a um processo singular de aquisição e desenvolvimento da sua própria leitura. Cabe aos terapeutas, verificarem qual a rota de leitura a traçar com a criança, perceber as tarefas, onde apresenta maior dificuldade, e trabalhá-las para alcançar os objectivos. Embora pareça uma tarefa fácil, não é, pois exige muito treino e dedicação pela criança e pelos pais.</p>
<p>Actividades no âmbito da consciência fonológica, soletração, e memória são fundamentais para a recuperação deste problema.</p>
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		<title>Teste Pezinho</title>
		<link>http://megabebes.pt/home/bebe/teste-pezinho/</link>
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		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 23:12:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enf Celia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[primeiros dias]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
		<category><![CDATA[teste pezinho]]></category>

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		<description><![CDATA[Teste do Pezinho ou Diagnóstico precoce]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Teste do Pezinho ou Diagnóstico precoce é um rastreio neonatal que deve ser feito entre o 3º e o 6ªº dia de vida do bebé.<span id="more-6838"></span><br />
Consiste na colheita de sangue, através de uma picada no calcanhar do bebé. O sangue recolhido é colocado num boletim próprio e enviado para o instituto de Genética Médica Jacinto de Magalhães no Porto. Embora o teste do pezinho não seja obrigatório, a sua realização é de extrema importância, pois rastreia várias doenças, duas das quais:</p>
<p>- O Nível da Fenilcetonúria (substancia ingerida com as proteínas, que em caso de doença, a criança não consegue elimina-las, tornando-se tóxicas para o cérebro, podendo desencadear lesões cerebrais irreversíveis)<br />
- Hipotiroidismo (Doença da tiróide, que neste caso funciona deficientemente não produzindo uma substância essencial para o desenvolvimento da criança)<br />
Se estas doenças forem diagnosticadas precocemente e iniciado o seu tratamento, a probabilidade do desenvolvimento normal da criança é elevado.<br />
Após a realização do teste, será entregue aos pais um talão destacável, com um código para que estes possam aceder ao resultado do teste via Internet (http://www.diagnosticoprecoce.org/result_entry.php), cerca de 15 a 20 dias após a realização do diagnóstico precoce. Só no caso das análises não serem normais é que o Instituto de Genética Medica do Porto entra em contacto com os pais, para confirmação dos valores e em caso de doença para o encaminhamento para um dos 6 centros de tratamento nacionais</p>
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		<title>Adaptação da criança ao infantário</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 04:32:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Enf Celia Martins e Dra Susana Vaz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[babysitting]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[infantario]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos os pais anseiam a entrada do seu filho para o infantário.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>       Todos os pais anseiam a entrada do seu filho para o infantário. Existe um receio da separação e a dúvida de como a criança se vai adaptar a uma nova rotina. No entanto, a verdade é que quem vive mais ansioso por esta mudança são os pais!<span id="more-6829"></span></p>
<p> Pois as crianças apresentam uma grande plasticidade o que permite uma melhor adaptação a um meio ambiente estranho. Devido à imaturidade do bebé, ele necessita de auxilio de outro ser vivo para o seu desenvolvimento Esse desenvolvimento é um processo organizado e que se dá consoante as experiencias que o bebé tem ao ser dispor.<br />
       O bebé tem uma grande facilidade de criar laços afectivos com uma pessoa estranha quando essa lhe transmite segurança e confiança. Esse processo de adaptação é normalmente mediado pelos pais, pelo próprio educador ou pelos companheiros de grupo. Quando se trata então da entrada do infantário/creche a sua adaptação vai ser influenciada pelos familiares envolventes neste processo.<br />
       Existem cinco momentos da vida de um bebé importantes de ter em conta quando se trata da adaptação a um novo ambiente:</p>
<p>Seis meses:</p>
<p>Vínculo afectivo com as figuras significativas</p>
<p>Dos três aos cinco meses:</p>
<p>O bebé não chora nem protesta quando às figuras significativas saem, a menos que encontre-se frequentemente ao colo</p>
<p>Dos seis aos oitos meses:</p>
<p>O bebé colocam-se numa posição estranha perante alguém que não conhecem</p>
<p>Dos doze aos vinte e quatro meses:</p>
<p>A criança mostra um maior apego às figuras significativas sendo uma fase onde parece haver uma regressão e não uma progressão</p>
<p>Aos três anos A ansiedade de afastamento das figuras significativas tendem a decrescer</p>
<p>       Para além do processo de adaptação, existem outros factores com que os pais se preocupam muito! São as condições físicas do espaço e as pessoas que lá se encontram. A estrutura física deve adequar-se ao tipo de crianças que frequentam o espaço, tal como a idade das crianças e as suas limitações. Mas para os pais, o aspecto bonito e colorido só por si, não chega! O espaço tem que ser acolhedor e promotor para o desenvolvimento do seu filho. É importante que exista um local de acolhimento para os pais onde possam ser realizadas reuniões, apresentação dos projectos lectivos, conversas de carácter particular da criança, ou seja, um local onde os pais possam ser recebidos e estarem à vontade. Relativamente ao material e aos brinquedos, para além da sua adequação às idades, devem ser de carácter pedagógico para ajudar no desenvolvimento correcto da criança.</p>
<p>       Do carácter humano deve existir qualidade no atendimento. A primeira impressão para os pais é bastante importante e pesa muito na hora de fazer uma escolha. Um dos aspecto que jamais deve ser esquecido é das competências e qualidade humana da pessoa que vai ficar grande parte do tempo com a criança. Não basta ter formação mas também deve ser &#8220;pessoa&#8221;, pois as crianças irão ser pessoas através de outras pessoas.</p>
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		<title>Gaguez</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 00:00:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daiane Rocha - Terapeuta da fala</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[gaguez]]></category>

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		<description><![CDATA[A gaguez é um distúrbio que envolve a fluência da fala.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pode manifestar-se através de sons e sílabas que não são finalizados e iniciados no tempo adequado, portanto a gaguez está ligada ao ritmo e ao tempo. É involuntária, ou seja, a criança não tem controlo total sobre sua fala, não sendo possível simplesmente optar por não gaguejar.<br />
Os sinais abaixo são típicos da gaguez:<br />
1) Repetição na quantidade e na qualidade, repetição de sílabas, palavras e até mesmo frases.<br />
    Ex. &#8220;sa-sa-sapato&#8221;, &#8220;te-te-telefone&#8221;.<br />
    A cama, cama….</p>
<p>2) Pausas. Intervalo colocado de forma inapropriada no decorrer de um discurso.</p>
<p>3) Prolongamentos. Alongamentos de sons que tenha duração inapropriada.<br />
   Ex. &#8220;f::amília&#8221;, &#8220;t::apete&#8221;.<br />
   <br />
4) Interjeições. Inserção no discurso de sons, como “ahhhh…..”, “hummmm….”, “Deixa ver”.</p>
<p>5) Bloqueio. Interrupção brusca de uma palavra que vem acompanhada de algum esforço da voz, ou até mesmo corporal.</p>
<p>Na tentativa de contornar este problema, a criança pode recorrer a diversos truques:</p>
<p>- Substituições de palavras, reformulações de frases e circunlocuções (rodeios).</p>
<p>- Uso excessivo de marcadores discursivos (&#8220;então&#8221;, &#8220;assim&#8221;,”ok”).</p>
<p>- Modificações da respiração (fazer inspirações profundas antes de falar ou falar até o fim do ar).</p>
<p>- Modificações do tom de voz.</p>
<p>Mas afinal, a gaguez tem cura ou não?<br />
 Os resultados, dependem sem duvida, da idade da criança ou da gravidade da gaguez. É claro, que quanto mais cedo se inicia o tratamento, mais eficaz será. Apesar de a gaguez ser um distúrbio de fluência, as consequências da gaguez reflectem-se para além da fala. A relação com os familiares, o convívio social, o desempenho escolar, o desempenho profissional e a saúde emocional podem ficar muito comprometidos devido à gaguez. Por isso, a gaguez é um problema sério que deve ser tratada por profissionais especializados (terapeutas da fala e psicólogos).<br />
Se o seu filho gagueja há algum tempo e já se apercebeu, que ele sabe que gagueja, procure falar sobre o assunto com ele.<br />
- Por mais difícil que seja ouvir seu filho gaguejar, procure não lhe fornecer dicas e truques, como por exemplo: &#8220;- Fala mais devagar&#8221;, &#8220;- calma…&#8221;, &#8220;- Pensa antes de falar&#8221;, &#8220;- Respira fundo&#8221;, &#8220;- Para e começa de novo&#8221;, &#8220;- Para de gaguejar&#8221;. A gaguez é involuntária. Portanto, a criança não tem controlo total sobre sua fala. A criança não gagueja porque quer ou para chamar a atenção.<br />
- Procure não apressar a criança para falar, porque, desta forma, o seu filho começará a aprender o que se convencionou chamar de &#8220;pressão de tempo&#8221;. A “pressão de tempo” é uma sensação subjectiva de que se deve iniciar, continuar e terminar a fala rapidamente. Quanto mais rapidamente o seu filho achar que deve falar, mais irá gaguejar.<br />
- Dê atenção quando seu filho demonstra que quer falar alguma coisa. Ouça, o que ele tem para dizer e comente o que ele falou (e não como falou). Mostrando que ele consegue captar sua atenção, que você ouve o que ele fala e que você se interessa pelas suas opiniões, o seu filho vai aprender a ser assertivo. É muito importante mostrar ao seu filho que ele consegue transmitir o quer através da fala.<br />
- Procure não interromper e não finalizar as frases da criança, por mais difícil que seja ouvi-lo gaguejar. Interromper ou finalizar as frases vai transmitir à criança, que a sua forma de falar não é aceite, dentro da família, o que vai contribuir para aumentar o seu sofrimento. Além disso, a criança vai aprender que deve falar sem gaguejar se quiser ser ouvido, o que vai fazer com que ele tente controlar a fala, ele não vai conseguir, o que contribuirá para o aumento do seu sofrimento).<br />
Não existem fórmulas mágicas no tratamento da gaguez. O tratamento envolve aceitação do problema, dedicação, tempo e persistência, não pode ser eliminada de um dia para o outro.</p>
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		<title>Intoxicações</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 00:18:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[seguranca infantil]]></category>
		<category><![CDATA[intoxicações]]></category>

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		<description><![CDATA[O que fazer quando a criança ingere um produto tóxico?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que fazer quando a criança ingere um produto tóxico?</p>
<p>Se, em sua casa vive um pequeno explorador, não se esqueça, que apostar na prevenção é a melhor solução!<br />
Todos os anos, ocorrem dezenas de intoxicações, por dia, em crianças em Portugal, saiba como evitá-las e previna possíveis acidentes.<br />
As crianças precisam de explorar o mundo que as rodeia. Levar coisas à boca faz parte do seu comportamento normal e do seu processo de crescimento. É da competência dos adultos que cuidam das crianças preparem o ambiente que as rodeia, de forma que minimizem todos os possíveis riscos.<br />
Como prevenir?</p>
<p>Conselhos para evitar a ingestão de substâncias nocivas por crianças:</p>
<p>- Não guarde produtos de uso doméstico junto a comidas ou bebidas</p>
<p>- Guarde os medicamentos, produtos de limpeza, pesticidas, tintas, petróleo e diluentes fora do alcance das crianças, de preferência em armários altos e fechados à chave<br />
 </p>
<p>- Explique às crianças o risco de tomar remédios de que não estão a precisar e o perigo de provar ou mexer em produtos perigosos.</p>
<p>- Evite tomar medicamentos em frente das crianças porque elas gostam de imitar os adultos. As crianças mais novas confundem medicamentos com rebuçados, gomas e outros doces.<br />
- Ao comprar produtos tóxicos ou corrosivos, opte pelos que possuem tampa de segurança.</p>
<p>- Não esqueça que os perfumes, águas de colónia e loções para a barba podem ser soluções alcoólicas.</p>
<p>- Guarde todos os produtos nas suas embalagens originais e não utilize embalagens vazias de outras substâncias.</p>
<p>- Não coloque raticidas, naftalina ou outros pesticidas em locais acessíveis.</p>
<p>- Feche as embalagens e guarde os produtos imediatamente após a sua utilização.</p>
<p>- Não deixe as crianças brincar com embalagens vazias.</p>
<p>- Não deite medicamentos no lixo ou em locais em que a criança possa ter acesso, entregue-os em farmácias</p>
<p>- Não deixe as crianças comerem bagas ou sementes de plantas desconhecidas.</p>
<p>Deve-se suspeitar de uma eventual ingestão de substâncias tóxicas, pela criança quando:</p>
<p>- a criança é encontrada com uma embalagem vazia na mão;</p>
<p>- apresenta vómitos, dificuldade respiratória, sonolência, convulsões e alterações na marcha;</p>
<p>- tem um comportamento estranho súbito, sem outra causa que o justifique;</p>
<p>- quando se trata de uma criança com menos de 5 anos e os sintomas começaram subitamente depois de ter estado sem vigilância de um adulto.</p>
<p>O que fazer?</p>
<p>Se suspeita que o seu filho ingeriu uma substância tóxica deve actuar imediatamente, procurando identificar o tóxico e a quantidade ingerida.</p>
<p>Contacte o Centro de Informação Antivenenos (CIAV) &#8211; 808 250 143, onde se encontra permanentemente um médico pronto para lhe prestar as informações e a ajuda necessárias.</p>
<p>A calma é muito importante, atenção não se precipite, mas também não perca tempo!</p>
<p>Por vezes, mais vale nada fazer, do que fazer mal!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Icterícia do Recém-nascido</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 21:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dra Graca Goncalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Icterícia]]></category>
		<category><![CDATA[Recém-nascido]]></category>

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		<description><![CDATA[ O que é ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1 – O que é a ictericia do Recém-nascido?<br />
 <br />
A icterícia é o tom amarelo da pele. Resulta da deposição de um pigmento na pele e mucosas &#8211; a bilirrubina<br />
A bilirrubina forma-se a partir da hemoglobina. A hemoglobina é uma proteína que se encontra nos glóbulos vermelhos e que transporta o oxigénio.<span id="more-6764"></span><br />
Até 60 % dos RN de termo tem icterícia na 1ª semana de vida (na maioria dos casos fisiológica).<br />
A icterícia só é visível quando os valores de bilirrubina são superiores a 5 mg/dl.<br />
 <br />
 <br />
 <br />
2- O que é a icterícia fisiológica?<br />
A Icterícia fisiológica resulta simultaneamente do aumento da produção de bilirrubina por destruição dos glóbulos vermelhos (que são em numero muito elevado ao nascimento) e da limitação transitória da capacidade de eliminar toda essa bilirrubina pelo fígado imaturo do recém-nascido. Costuma tornar-se visível entre o 2º e o 3º dia de vida (com um pico entre o 2º e 4º dias) e diminui até ao 5º &#8211; 7º dia (já não sendo visível a olho nu) A produção de bilirrubina é igual ao do adulto aos 10-14 dias de vida.<br />
Seis a sete por cento dos recém-nascidos de termo têm níveis de bilirrubina superiores a 12,9 mg/dl, e menos de 3% têm níveis superiores a 15 mg/dl.<br />
 </p>
<p>3 – Quais são os factores de risco para ter bilirrubina aumentada?<br />
Diabetes Mellitus materno<br />
Raça (Chinesa, Japonesa, Coreana)<br />
Prematuridade<br />
Altitude<br />
Policitémia ( existência de muitos glóbulos vermelhos no sangue e consequentemente maior nº de glóbulos destruídos)<br />
Drogas (diazepan)<br />
Sexo masculino<br />
Trissomia 21 (S. Down)<br />
Sangue colectado fora dos vasos sanguíneos geralmente na sequência do parto (cefalohematoma, equimose)<br />
Aleitamento materno<br />
Perda de peso (desidratação ou privação de comida suficiente)<br />
Atraso na eliminação de fezes<br />
Irmão com icterícia também ao nascimento<br />
Quanto maior o numero de factores de risco maior a hipótese de ter níveis mais elevados de bilirrubina.<br />
 </p>
<p>4 – Quando é que a icterícia deixa de ser fisiológica e é considerada patológica?<br />
 <br />
Quando se apresenta nas primeiras 24 horas de vida<br />
Quando os valores sobem rapidamente<br />
Quando atinge valores superiores a determinados limites<br />
Quando a criança tem sinais e sintomas sugestivos de doença grave<br />
 <br />
 <br />
 </p>
<p>5 – EXEMPLOS DE CAUSAS DE ICTERÍCIA PATOLÓGICA.<br />
 <br />
Incompatibilidade de grupos sanguíneos ABO e Rh, que ocasiona Doença Hemolítica, isto é, aumento de destruição de glóbulos vermelhos<br />
Infecções maternas ( Toxoplasmose, Rubéola, Citomegalovírus, Herpes, Sífilis, etc.)<br />
Infecção do recém-nascido<br />
Doenças endócrinas/metabólicas<br />
 <br />
 <br />
 <br />
6- PORQUE É QUE NOS PREOCUPAMOS COM A ICTERÍCIA DO RECÉM- NASCIDO?<br />
 <br />
Porque a bilirrubina pode ser tóxica, sobretudo para o sistema nervoso, ocasionando lesões irreversíveis do cérebro. O quadro denomina-se Kernicterus.<br />
Os valores de bilirrubina associados com o Kernicterus são imprevisíveis. Os níveis tóxicos variam com o número de dias de vida, a maturidade da criança, a presença ou não de doença hemolítica e o estado de saúde ou de doença do recém-nascido.<br />
 </p>
<p>7- QUAIS OS TRATAMENTOS QUE TEMOS Á NOSSA DISPOSIÇÃO PARA A ICTERÍCIA?<br />
 <br />
A &#8211; Fototerapia:<br />
Utiliza luz de determinado comprimento de onda que converte a bilirrubina em componentes menos tóxicos, que podem ser facilmente eliminados pelo organismo.<br />
A decisão de iniciar fototerapia é baseada em tabelas que entram em linha de conta com a idade gestacional/ peso do recém-nascido, o número de horas de vida e os valores de bilirrubina, previamente determinados.<br />
 <br />
B &#8211; Exsanguineo-transfusão:<br />
Em raros casos ( nomeadamente na doença hemolítica por incompatibilidade Rh) é necessário utilizar um método rápido para diminuir a concentração de bilirrubina.<br />
Consiste na troca do sangue do recém-nascido por um sangue compatível. É feito através da veia umbilical.<br />
 </p>
<p>8- PORQUE É QUE EXISTE ICTERÍCIA ASSOCIADA COM O ALEITAMENTO MATERNO?<br />
 <br />
Podemos dividi-la em 2 tipos:<br />
 <br />
A &#8211; Precoce<br />
Por falta de aporte de leite nos primeiros dias de vida, os recém-nascidos alimentados com leite materno, têm 3 a 6 vezes mais hipóteses de ter icterícia. Deve aumentar-se a frequência das mamadas e pode ser necessário temporariamente a suplementação com leite de fórmula.<br />
 <br />
B &#8211; Tardia<br />
Tem um pico entre o 6º e o 14º dias de vida.<br />
Aparentemente certas substâncias do leite materno, inibem o metabolismo normal da bilirrubina.<br />
Geralmente diminui após as duas semanas de vida, mas pode persistir até aos 3 meses.</p>
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		<title>Babywearing – Parte 3</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 19:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Sofia Barrias - Psicóloga desenvolvimento infantil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Babywearing]]></category>
		<category><![CDATA[minimonkey]]></category>
		<category><![CDATA[puckababy]]></category>
		<category><![CDATA[sling]]></category>

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		<description><![CDATA[Beneficios para os Pais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BENEFÍCIOS DO BABYWEARING PARA OS PAIS<br />
Vinculação/Comunicação Pais e Bebé</p>
<p>Quando o bebé está perto de nós a aprendizagem da sua linguagem corporal torna-se mais fácil e intuitiva. Cada vez que o bebé comunica algo e é correspondido de imediato, a sua confiança na mãe (ou de quem o transporta) é reforçada e por conseguinte a confiança e sensação de competência da mãe na sua intuição e no seu papel também é reforçada. Mãe confiante = bebé confiante na vida. Este ciclo de interacções traz benefícios para todos tornando a vida menos pesada e mais harmoniosa.<span id="more-6756"></span><br />
O babywearing também pode ajudar na harmonia entre irmãos, pois ao libertar os braços da mãe, vai permitir que a mesma possa interagir mais proactivamente com os outros filhos.<br />
Facilidade e economia</p>
<p>Ao usar um sling/pano podemos caminhar livremente sem termos de nos preocupar do caminho a seguir, dos degraus, subidas inclinadas, passeios estreitos e carros mal estacionados. Como temos os braços libertos, muito facilmente podemos fazer uma série de tarefas em casa e na rua. O sling/pano serve também como manta e para trocar a fralda do bebé. Ao contrário dos carrinhos, o sling/pano é muito mais barato e de uma utilidade diária constante.</p>
<p>Hoje em dia existe uma grande oferta de slings/panos: pouch sling (sem argolas), slings de argola, Mai-Tai, Wraps, Panos de vários feitios e tamanhos. É só escolher o que mais é adequado às suas necessidades</p>
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		<title>Receita : Sopa Cenoura</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 19:43:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Editorial</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pais que nunca cozinharam]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[receita]]></category>

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		<description><![CDATA[Facil]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ingredientes:</p>
<p>- 4  cenouras<br />
- 2  batatas<br />
- 1  cebola média<br />
- 1  dente de alho<br />
- 3  colheres de sopa de azeite<br />
- sal<br />
- água</p>
<p>Preparação:</p>
<p>Descasque as cenouras, as batatas, a cebola e o dente de alho.<br />
Lave todos os legumes e corte-os em pequenos cubos.<br />
Coloque-os numa panela e adicione água até cobrir os legumes. Junte o sal e o azeite.<br />
Deixe cozer durante 20 minutos e reduza tudo a puré.<br />
Sugerimos que adicione cubinhos de pão frito na hora de servir.</p>
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		<title>Babywearing – Parte 2</title>
		<link>http://megabebes.pt/home/bebe/babywearing-%e2%80%93-parte-2-beneficios-para-o-bebe/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 19:30:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Sofia Barrias - Psicóloga desenvolvimento infantil</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bebé]]></category>
		<category><![CDATA[Babywearing]]></category>
		<category><![CDATA[puckababy]]></category>

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		<description><![CDATA[Beneficios para o bebé]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>BENEFÍCIOS DO BABYWEARING PARA O BEBÉ <br />
Bebés mais felizes, vinculação, choro &amp; cólicas</p>
<p>Vários psicólogos e investigadores afirmam que os primeiros momentos e os contactos iniciais entre a mãe e o bebé, são críticos para a qualidade futura dos cuidados maternos e determinantes para o desenvolvimento e bem-estar subsequentes do bebé. Transportar o bebe no sling/pano promove um desenvolvimento da vinculação entre bebe/mãe (Anisfeld, Casper, Nozyce, and Cunningham 1990).<span id="more-6754"></span><br />
Estudos (Hunziker and Barr&#8217;s 1986) têm demonstrado que os bebés que andam mais tempo ao colo são bebés mais tranquilos, menos agitados e que choram menos. Em algumas culturas indígenas onde transportar o bebé ao colo (Babywearing) é comum os bebés choram normalmente alguns minutos por dia, ao contrário dos bebés ocidentais que chegam a chorar horas por dia. Chorar em demasia pode prejudicar o desenvolvimento mental do bebé, devido à quantidade de hormonas de stress que inunda o cérebro do bebé. Assim os bebés que não choram tanto, vão gastar a sua energia a observar e a aprender mais sobre o seu ambiente. O Babywearing pode ajudar também com as cólicas e no caso dos bebés que tenham necessidade de mais atenção (high needs) beneficiando com o sentimento de segurança que um sling/pano oferece.<br />
Levar o recém-nascido a uma experiência semelhante à que viveu durante nove meses no útero materno permite que se sinta seguro, reduzindo assim o choro.<br />
Crescimento &amp; Desenvolvimento</p>
<p>Os bebés que são transportados num sling/pano, tem a oportunidade de aprender e assimilar o mundo de uma forma mais fácil, visto estarem constantemente ao colo e a participar de uma forma activa sobre o dia a dia dos seus pais. Eles vêem o mundo na mesma linha de quem o carrega, muito diferente da perspectiva baixa que um carrinho oferece. As outras pessoas mais facilmente mantêm o contacto ocular com o bebé e falam com ele. Quando nos movimentamos, todos os nossos movimentos – caminhar, inclinar, alcançar – são sentidos e vivênciados pelo corpo do bebé. Este usa os músculos em desenvolvimento para se agarrar, virar a cabeça ou mantê-la numa determinada posição, etc. Esta estimulação vai ajudar no desenvolvimento natural do sistema vestibular que controla o equilíbrio e nos mecanismos neuro-musculares do bebé. Mecanismos artificiais para balançar os bebés não produzem os mesmos benefícios. Como os bebés que são transportados ao colo choram menos, têm a oportunidade de gastar a sua energia desenvolvendo-se mais rapidamente seja ao nível do desenvolvimento motor, cognitivo e também social. O sling/pano permite várias posições respeitando e acompanhando o desenvolvimento sensório-motor e como são macios não exercem nenhuma pressão sobre a cabeça, reduzindo o risco de plagiocefalia (cabeça assimétrica).<br />
Displasia da anca</p>
<p>Transportar o bebé ao colo ajuda no correcto desenvolvimento das ancas. Aquando do nascimento do bebé, as ancas ainda não estão totalmente formadas, a junta da anca continua em desenvolvimento nos primeiros meses de vida. Quando o bebé está colocado junto ao nosso corpo, as suas pernas estão afastadas, viradas para fora da anca permitindo que o fémur rode na cavidade do quadril.<br />
Natália Martins, fisioterapeuta no Hospital Distrital do Pombal acredita que os casos de displasia da anca estão a aumentar devido a hábitos que se perderam: «Antes havia muito menos diagnóstico porque as mães andavam mais com os bebés ao colo, encaixados na anca, e também por causa das fraldas de pano. Ambas as situações obrigavam os bebés a permanecer mais tempo com as pernas afastadas e evitavam a manifestação da doença.» (iol Mãe)</p>
<p>Alimentação &amp; digestão</p>
<p>O sling/pano promove e facilita a amamentação em qualquer lado protegendo o bebé contra ruídos e demasiados estímulos visuais. Sempre que o bebé quiser mamar terá o alimento materno à sua disposição, quentinho e pronto a servir, longe dos olhares indiscretos.<br />
Bebés prematuros que são transportados ao colo ganham peso mais facilmente dos que o que não o são. Bebés com refluxo gastrointestinal ao serem transportados numa posição correcta ao colo da mãe podem beneficiar visto que a força da gravidade ajuda a manter o ácido no estômago.</p>
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